Não precisam se descabelar!! Quando eu disse no post abaixo que eu ia mudar o blog eu quis dizer que ia só dar uma organizada, mas eu vou continuar tacando aqui tudo o que me vem à mente, seja filosofia budista, fofocas sobre American Idol ou piadas que só eu acho graça!
Ou seja, vai continuar essa zona que só reflete o que acontece nessa minha cabeça oca, mas ao contrário dela, vai ser mais fácil para encontrar posts antigos ou sobre assuntos específicos. Estou transferindo tudo para um sisteminha mais campeão, e vou mudar um pouco o visual mais pra frente também. Aliás, quem quiser aproveitar e sugerir alguma mudança ou pedir mais posts sobre algum assunto, a hora é agora!
Após uma longa avaliação de prós e contras junto com a Ana Letícia, resolvi mudar esse blog que, segundo ela, está um samba do crioulo doido! É filosofia budista misturada com críticas de cinema e momentos Jessica Simpson, passando pelo primeiro concurso "Dúvida por que?", crônicas, Lost, American Idol...
Então continue ligado! Se você acessa pelo yabu.com.br não precisa se preocupar, pois o redirecionamento será automático. Provavelmente via UOL também, mas é provável que o RSS mude. Mas pode deixar que não vou deixar ninguém desavisado e sem as minhas pílulas de sabedoria. :P
Como todos já devem estar carecas (trocadilho acidental) de saber, hoje chega ao Brasil Sua Santidade o décimo quarto Dalai Lama. Junto com a massiva cobertura da mídia, foram divulgados também diversos equívocos não só quanto à Sua Santidade mas também sobre a filosofia budista. Vou esclarecer alguns aqui:
1. Pra começar: quem é o Dalai Lama e por quê "décimo quarto"?
Dalai Lama é como é chamado o líder político e religioso do Tibet, hoje sob o domínio da China. Diz a lenda que a rigor um Dalai Lama é a reencarnação do anterior, um bhodisatwa: um ser iluminado cuja única função é ajudar os outros.
2. Como é escolhido o Dalai Lama?
No caso do atual Dalai Lama, o cadáver de seu antecessor teria virado o rosto para o leste, onde havia uma curiosa formação de nuvens e um fungo em forma de estrela. Segundo os tibetanos, essa foi a forma do Dalai Lama indicar onde ele renasceria. Iniciou-se então uma rigorosa busca, finalizada quando o menino Tenzin Gyatso, de apenas 2 anos foi encontrado.
Para os leigos, a busca pelo Dalai Lama pode parecer um tanto fantasiosa. Mas uma pesquisa um pouco mais aprofundada do processo e da belíssima cultura tibetana revela aspectos fascinantes, como a rigorosa bateria de testes e entrevistas que exigem que os "candidatos", meninos de 2 anos de idade, revelem nomes, lugares e localizações de tesouros que somente o Dalai Lama anterior conhecia.
3. O Dalai Lama é a reencarnação de Buda?
Não, definitivamente não. Essa afirmação soa quase ofensiva para qualquer estudioso do budismo.
Existem inúmeras escolas budistas pelo mundo, que seguem os ensinamentos do Príncipe Sidarta Gautama, fundador do budismo há 2600 anos. Entretanto, o buda "histórico" foi muito mais um filósofo do que uma figura religiosa, um cientista do corpo e da mente humana. Suas descobertas deram origem a diversas escolas budistas no oriente, sendo que cada uma o via de uma forma diferente, daí surgiu sua imagem lendária e mística.
Independente da escola, em NENHUMA delas Buda é um Deus. Buda significa "o ser iluminado", mas não trata-se apenas do Príncipe Sidarta que viveu na Índia, e é aí que surgem muitos dos equívocos ocidentais sobre a filosofia budista: Buda na verdade é o ser iluminado que existe em cada um de nós. Ao olhar, venerar ou orar para Buda, estamos olhando para nós mesmos, e nunca para um Ser Supremo ou superior. Segundo a filosofia budista, todos somos seres iluminados, budas, que possuem a capacidade de ter compaixão e ajudar o próximo.
Por isso, dizer que o Dalai Lama é a reencarnação de Buda é um grande contrasenso.
4. O Dalai Lama é o "Papa" do budismo?
Jamais! O budismo é uma religião descentralizada, com inúmeras escolas e tradições diferentes e muitas vezes, contraditórias em alguns pontos. O Dalai Lama é o líder de apenas uma delas, o budismo tibetano. Entretanto, nunca se teve notícia de conflitos entre as diferentes escolas budistas, já que a compaixão e a compreensão são pedras fundamentais de todas elas.
Apesar da descentralização, as mais de 300 viagens ao redor do mundo feitas pelo Dalai Lama disseminando os ensinamentos de Buda são apoiadas por todas as diferentes tradições, inclusive no Brasil.
5. Por que o budismo é uma religião tão "pop"?
Existem várias respostas para a expansão do budismo no mundo ocidental.:
O próprio Dalai Lama: com seu carisma e os meios de comunicação do século XX levou o budismo tibetano para os quatro cantos do mundo.
A meditação: A principal prática budista, estudada tanto por leigos quanto por cientistas, intrigados com seus efeitos sobre o corpo e a mente. Alguns monges em estado meditativo conseguem façanhas como elevar a temperatura do corpo em até 10 graus ou então reduzir os batimentos cardíacos para impressionantes 3 por minuto (!!).
Contexto sócio econômico: uma teoria interessante de Osho diz que o budismo é uma religião de ricos e bem informados, e faz sucesso entre eles ao pregar o desapego aos bens materiais por eles já conquistados e experimentados. Essa teoria encontra ressonância com a própria figura do Buda histórico, que teve tantos seguidores justamente por ser um príncipe e ter pertencido à mais elevada casta social.
Budismo como "segunda religião": O budismo não precisa ser necessariamente considerado uma religião. Qualquer um pode seguir seus ensinamentos e manter sua religião atual sem que elas conflitem, uma vez que o budismo não tem Deus. Trata-se, essencialmente, de um conjunto de práticas que busca equilibrar corpo mente e meio ambiente.
6. Religião sem Deus? Então não é religião.
Para muitos, não. Por isso, é equivocada também a comparação das figuras, mesmo que históricas, de Buda e Jesus. O primeiro era um filósofo, humano, falho, que morreu de disenteria após comer carne de porco, que dizia que não queria ser venerado e que não sabia o que aconteceria depois que ele morresse. Já Jesus é a figura do Messias e Salvador da humanidade, humano e divino ao mesmo tempo, sobre o qual não é necessária muita explicação.
Entretanto, há muitos paralelos nos ensinamentos de ambos, especialmente nos Evangelhos Apócrifos e outras descobertas sobre a bíblia feitas em anos recentes. Discussão que fica para outro dia.
7. O que é carma? É tipo um programa de milhagem budista?
Não! A "Lei do Carma" é simples e idêntica à Terceira Lei de Newton, o princípio da Ação e Reação. "Para toda ação há uma reação oposta e de igual intensidade."
Para entender o carma é preciso esquecer um pouco o conceito cristão de castigo e recompensa divinos. Não se trata de justiça divina, e sim de lógica: se você der um soco numa parede, sua mão ficará doendo e poderá quebrar. Se se acabar com aquela feijoada no sábado, terá dor de barriga e vai engordar. Se der amor, receberá amor e assim por diante. Ação e reação, totalmente independentes de qualquer conceito divino.
É basicamente o mesmo conceito do carma espírita.
Bibliografia: Minha Terra e Meu Povo - A autobiografia de Sua Santidade, o Dalai Lama, Ed. Sextante Buda, Caco de Paula Palestras com Monja Coen Sensei
E atenção! Estão abertas as inscrições para o Primeiro Grande Concurso "Dúvida por que?", promovido por este humilde blog! Para participar é muito fácil! Basta gravar um arquivo de som (de preferência MP3) com a musiquinha do comercial da Ypê, cantado pela Suzana Vieira, e enviar para fabioyabu@gmail.com até o dia 15 de maio!
O grande vencedor ganhará uma cópia autografada de "Princesas do Mar: Uma sombra na água", meu segundo livro, além é claro de fama, fortuna e mulheres (ou homens), pois terá seu nome divulgado aqui. Veja abaixo o exemplo que eu e a Ana Letícia gravamos:
Participe! Você pode concorrer nas categorias Detergente, Sabonete ou Amaciante, mas atenção: somente UMA será premiada! Não há limite de idade, cor, sexo ou número de vozes no coral. Aliás, quanto mais, melhor, então capriche!! Infelizmente parentes da Suzana Vieira (ou a própria) não podem participar.
Importante: Esse concurso não é endossado pela Ypê ou Suzana Vieira.
Resolvi trocar o nome da seção "Coisas imbecis que passaram pela minha cabeça por meio segundo" por "Momento Jessica Simpson", mais curto e engraçadinho. Espero não ter muitos para relatar aqui, mas o de hoje mereceu:
"Caramba, por que tem tanto carro de São Paulo aqui?" (Olhando as placas dos carros na Av. Francisco Morato - em São Paulo, pra quem não sabe)
Parece que essa semana o programa engrenou! Os jurados estavam mais soltos,
tirando Thomas Roth, que continua meio malinha, mas tudo bem. Até a tal da Cyz
me pareceu mais simpática essa semana. Acho que o segredo é tentar esquecer um
pouco o original para não fazer comparações, mas resumindo, Ídolos finalmente
está mostrando a que veio. Vamos às minhas rápidas conclusões:
Não tenho mais dúvidas: desafinação, mau gosto e falta de bom senso não tem
nacionalidade. Ainda bem!!
Podiam estar falando para os candidatos estarem evitando estarem falando
tantos gerundismos. Deus do céu!
Muitos dos candidatos tidos como "excelentes" pelos jurados seriam
massacrados por Simon Cowell e cia. Ok, ok, pare de comparar com o original.
O American Idol de hoje vai ser muito bacana para os milhares de fãs de uma das maiores bandas de todos os tempos, que também faz uma participação especial: Queen! Os oito finalistas (bye bye Mandisa...) irão interpretar alguns dos maiores sucessos da banda de Freddie Mercury. A seguir, a setlist do show. Quem não tem Sony pode clicar nos links e assistir via Rickey.org e YouTube!!
Nenhuma. Bohemian Rhapsody com Constantine Maroulis, da última temporada, foi citada duas vezes na noite e continua imbatível.
Quem sai:
Os resultados você só confere amanhã, ou na linha abaixo se marcar com o mouse.
Bottom 3: Elliot (!!!), Ace e Bucky. Eliminado: Bucky. Já vai tarde!
E como Katharine McPhee nunca é demais, mais uma imagem da deusa para vocês. Sabe, acho que ela poderia ser a Mulher-Maravilha no cinema. Ou então lá em casa!
Coisas imbecis que passaram pela minha cabeça por meio segundo
E, nesse meio segundo, eu realmente considerei a hipótese:
"Que coincidência, esse frentista tem o chaveiro igual ao meu..." (Ao ver o frentista com a minha chave nas mãos)
"Ai, não! Troquei de corpo com alguém!!" (Ao ver um sujeito loiro, magrelo, careca e de óculos com uma roupa igual à minha por trás de uma porta de vidro)
"Acho que aquela menina que passou agora era Deus disfarçado!" (Bem, você nunca sabe, né?)
"Ai caramba! Não dá pra guardar a chave do carro nessa calça! Ah, já sei!! Vou deixar aqui dentro do carro mesmo!" (Cara, essa foi por MUITO pouco!)
"Droga, a bateria do IPod tá acabando... será que se eu desejar de verdade ela se recarrega sozinha?" (Caminhando no parque)
"Melhor comprar mais ervilhas, vai que o mundo acaba amanhã..." (Dá uma olhada debaixo da minha pia...)
"Putz, já pensou se eu entrei no avião errado e vou parar na Rússia?" (Na ponte-aérea)
"Nossa! Será que sou eu vindo do futuro??" (Ao ver um carinha parecido comigo, só que uns 20 anos mais velho. Pior que ele ficou me olhando também, então ainda penso na possibilidade...)
Verseto Verdadeiramente Venerável de V de Vingança
V: Voilà! In view, a humble vaudevillian veteran, cast vicariously as
both victim and villain by the vicissitudes of Fate. This visage, no mere veneer
of vanity, is it vestige of the vox populi, now vacant, vanished, as the once
vital voice of the verisimilitude now venerates what they once
vilified.
However, this valorous visitation of a by-gone vexation, stands vivified, and
has vowed to vanquish these venal and virulent vermin van-guarding vice and
vouchsafing the violently vicious and voracious violation of volition. The only
verdict is vengeance; a vendetta, held as a votive, not in vain, for the value
and veracity of such shall one day vindicate the vigilant and the
virtuous.
Verily, this vichyssoise of verbiage veers most verbose vis-à-vis an
introduction, and so it is my very good honor to meet you and you may call me
V.
O mundo muda muito quando você tenta ver as coisas de um ângulo mais aberto.
Através do "olhar de Buda", vendo todos os seres da Terra como um grande
organismo vivo. Fronteiras desaparecem, enquanto as diferenças e as cores dos
povos se tornam parte de uma belíssima pintura.
A filosofia budista não fala de salvação das almas, não fala em catequização
dos povos, de conversa com os mortos, não "prega". Nada contra nenhuma das
religiões que faz essas coisas, pelo contrário, acho todas as religiões
fascinantes e belas cada uma a seu modo. As religiões transmitem às pessoas
retidão de caráter, princípios e, com seus avatares, inspiram os seres humanos
ao melhor que eles podem ser. "Você pode ser bom", é o que disseram
Budas, Jesuses, Maomés através da história humana. E eu acredito. Você pode ser
bom.
Mas a filosofia budista tem uma característica que acho tão bonita... é uma
de suas pedras fundamentais, que fala que, ao atingir a iluminação, Buda teria
dito: "Eu e todos os seres nos tornamos iluminados". A bela e correta
percepção, de 2600 anos, de que todos os seres da Terra são conectados,
interdependentes e iluminados. Cada um à sua maneira, cada um ao seu tempo.
Segundo o budismo, todos os seres humanos um dia atingirão a iluminação. Ou
seja, o jogo já está ganho.
Acredito que por isso os povos e praticantes budistas sejam tão pacifistas e,
de certo modo, otimistas. Porque a crença em um mundo melhor não é apenas um
objetivo a ser seguido, mas uma realidade prestes a ser alcançada, de certo
modo, já vivenciada por alguns. Pessoas como o 14º Dalai Lama, que este mês
visita o Brasil pela terceira vez.
Esse menino, que aos dois anos foi identificado como a encarnação do Dalai
Lama anterior, e após dois anos de rigorosos (e fascinantes) testes, foi
reconhecido como tal. Aos cinco iniciou os estudos monásticos e aos quinze já
era o líder político de um país. Cuja própria definição pode soar tão estranha
para os céticos, mas que há 14 gerações manteve uma nação andando em paz e
prosperidade: um Dalai Lama é um Bhodhisattva: alguém que renasce
constantemente para ajudar as outras pessoas a alcançarem a felicidade. Essa é
sua única função, inquestionavelmente nobre, que inspira tantos ao redor do
mundo a não escolherem por essa ou aquela religião, mas por aquele
caminho tão desejado por todos: a paz.
A presença do Dalai Lama no Brasil é um acontecimento muito especial. É uma
oportunidade rara de presenciarmos alguém que deixou de ser homem para se tornar
causa, lenda. Vencedor do Prêmio Nobel da Paz e de dezenas de outros títulos de
mantenedor da paz, ele continua sua incansável luta pacífica por um mundo
melhor.
Infelizmente, as inscrições para a maioria dos eventos que sua Santidade
participará estão esgotadas. Somente há ingressos disponíveis para a palestra do
dia 29 de abril, no Ginásio do Ibirapuera, além dos eventos gratuitos no mesmo
dia. Abaixo, a programação ainda disponível:
29 de abril - sábado
O poder da compaixão
"A compaixão é uma atitude fundada na aspiração de que os outros se livrem do
sofrimento. Está vinculada ao compromisso, responsabilidade e respeito para com
o outro que, como nós, não quer sofrer e tem o direito à felicidade. Cultivar um
sentimento de proximidade e de calor humano compassivo pelos outros, gera em nós
um estado de paz. Esta é a causa mais poderosa de sucesso na vida."
Horário: 10h às 12h Local: Ginásio do Ibirapuera Rua Manoel da Nóbrega,
1.361 04001-004, São Paulo - SP Inscrição: R$ 20
Inauguração do Espaço Gandhi na Praça Túlio Fontoura
A praça foi revitalizada para acolher atividades recreativas inspiradas na
Cultura de Paz.
Horário: 12h15 às 12h45 Local: Esquina da Av. Pedro Álvares Cabral com Rua
Abílio Soares Em frente ao Parque do Ibirapuera Vagas ilimitadas com
entrada franca
Co-realização: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo; Secretaria
Municipal do Verde e do Meio Ambiente; Comissão Municipal de Direitos Humanos;
Subprefeitura de Vila Mariana
Celebração inter-religiosa pelo entendimento entre os povos
"Todas as religiões têm essencialmente a mesma mensagem, cujo objetivo é
tornar seus praticantes melhores seres humanos mais pacíficos, generosos,
compreensivos e sábios. Os avanços alcançados nessas últimas décadas pelo
diálogo inter-religioso permitiram desenvolver confiança e respeito mútuo, o que
sem dúvida contribui para aprofundar a compreensão de que a humanidade é uma só,
e este pequeno planeta a nossa única casa."
Horário: 14h30 às 16h30 Local: Catedral da Sé Praça da Sé, s/nº São
Paulo, SP
Vagas ilimitadas com entrada franca Co-realização: Arquidiocese de São
Paulo
Onde quer que eu vá, sempre aconselho as pessoas a serem altruístas e
bondosas. Tento concentrar toda a minha energia e força espiritual na
disseminação da bondade. É o que há de mais essencial. Tenzin
Gyatso, o 14° Dalai Lama
Bem, assisti à estréia de Ídolos, a versão brasileira do meu programa musical
favorito, American Idol.
Acho difícil expressar uma opinião com apenas um episódio de estréia, ainda
mais da versão de um programa consagrado há cinco temporadas que continua em
plena forma. Mas algumas linhas gerais já podem ser traçadas... a primeira é
sobre os jurados. Eles ainda não mostraram a que vieram. Todos me pareceram um
pouco "verdes" e um tanto quanto artificiais.
Ídolos não é só um programa sobre seus cantores, mas também sobre seus
jurados. Se essa escolha não for muito bem feita, todo o programa pode ir por
água abaixo. Miranda, que dizem ser o mais forte candidato a "Simon Cowell
brasileiro" me pareceu meio acanhado, consciente demais da câmera, travado.
Acredito que isso possa melhorar com o tempo, vamos esperar para ver. Até lá,
espero sinceramente que ele dê um jeito naquela barba nojenta e naquele cabelo
ensebado.
Já Cyz, a nossa "Paula Abdul" me pareceu por demais teatral. Veja bem, uma
coisa é ver a Paula Abdul batendo palminhas alegremente porque ela é meio bobona
mesmo. A outra é encaixar alguém nesse perfil e esperar que se tenha a mesma
química. Acho que não rola.
Também não entendi a matemática de se colocar quatro jurados ao invés de
três.Como fazer em caso de empate? Enfim...
Já os apresentadores se saíram um pouco melhor, mas é curioso comparar não só
a performance deles, mas dos "showmen" brasileiros em geral. Como tudo é
alegria, piada, impostação de voz e muitos, muitos sorrisos, enquanto um fala e
o outro espera a sua vez, ainda sorrindo, alternando falas ensaiadinhas sem
muita personalidade.
Acho que falta aos apresentadores brasileiros um pouco de ironia,
personalidade, e a capacidade de prender a atenção falando naturalmente.
O que vai dizer se o programa vai vingar ou não é a química. American Idol é
o sucesso que é por causa da mistura muito equilibrada entre os juízes, os
candidatos, a edição, o apresentador e o desenrolar do programa. E o principal,
que muita gente não sabe por puro preconceito: American Idol é um programa sobre
excelentes cantores. Vamos ver se Ídolos vai seguir o mesmo caminho e quem sabe,
revelar a Kelly Clarkson brasileira.
Lembra a música que rodou a net há uns meses atrás, (mal) gravada por um internauta? Pois é, ele cedeu os direitos a ninguém menos que Frank Aguiar, que está lançando a música pela EMI (!). O resultado está aqui.
Sem dúvida hoje tive o sonho mais esquisito de todos os tempos. Estava lá eu, numa sala com 12 pessoas, quando peguei um Club Social (a bolacha), dividi entre as 12 pessoas e disse: "Irmãos, esse é o milagre da multiplicação". Deu e sobrou Club Social pra todo mundo!!!
Pois é, como o Leal bem avisou, a pré-estréia de V de Vingança será na
QUINTA À NOITE. Continue participando da promoção, e quem sabe
você não senta do meu lado no cinema e deixa eu roubar um pouco da sua pipoca.
É impossível descrever alguma coisa sem destruí-la. Não tente descrever a flor ou o pôr-do-sol, classificando-os com adjetivos frios e sem sentido, não diminua mistérios limitando-os à palavra.
Palavras são perigosas, insuficientes, que devem ser usadas com moderação. Como usá-las? Quando?
Eu me lembro da última adorável sexta-feira. Em que as palavras fluíram como água enquanto mistérios se revelavam, risadas eram ouvidas e a batata frita esfriava na mesa. Conversamos sobre tudo e principalmente, sobre o nada. A maravilhosa beleza do nada, do qual é formado um tubo de catchup, uma árvore no meio da estrada, Deus. A soma de tudo, o contrário da vida, que diabos são 4 8 15 16 23 42.
Não existem adjetivos que descrevam uma boa amiga. Por isso não vou tentar para não destruí-la. Me limitarei a apenas uma palavra:
Mora em São Paulo, não tem nada melhor pra fazer na segunda-feira à noite e quer ir assistir à pré-estréia do filme de graça junto com o pessoal do Omelete e esse que vos fala? Fácil, fácil! Acesse aqui!