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Japonês de 14 anos solta um Hadouken!

Não tenho a fonte, quando descobrir eu divulgo. Mas não poderia deixar de postar essa que é a notícia bizarra do ano!


A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa (hadouken) em um laboratório com condições próprias para a percepção do fenomeno em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera discoidal de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade de 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no Guiness).

Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato, o menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do artigo da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de fazer futuramente.

Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica atuação pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde, educação, lazer.

Escrito por Fábio Yabu às 12h05
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Lost Bloopers


Imperdível para todos os fãs de Lost: os erros de gravação da primeira temporada, que possivelmente estarão disponíveis no DVD a ser lançado em breve no Brasil. Bem aqui, ó. 

Aproveito para parabenizar meu camarada JJ Abrams pelo Globo de Ouro de Melhor Série Dramática de 2005! E se depender da segunda temporada, que por sinal está fenomenal, é bem provável que o feito se repita em 2006.



Escrito por Fábio Yabu às 22h11
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Dica doméstica

Fica aqui uma valiosa dica doméstica para quem precisa dobrar as próprias roupas e não tem muito tempo a perder com isso. Basta assistir a esse vídeo para aprender com a tiazinha japonesa como dobrar suas camisetas em apenas 4 segundos! Sua vida vai mudar!!!!!!



Escrito por Fábio Yabu às 12h23
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O caçador de Pipas

A leitura relâmpago desse final de semana foi do livro "O caçador de Pipas", de Khaled Hosseini, publicado no Brasil pela editora Nova Fronteira.

Muito tem se falado desse que foi um dos livros mais vendidos do ano de 2005. O livro conta a história de dois meninos afegãos, Amir e Hassan, e como os russos, a posterior tomada de poder pelo regime taliban e a sua recente queda promovida pelos EUA devastaram completamente o Afeganistão que conheceram quando crianças.

É um livro muito bacana para quem quer saber mais sobre os costumes afegãos e a belíssima fé islâmica, tão distorcida pelo Taliban e pela mídia americana, como no triste episódio pós 11 de setembro em que FBI declarou ter encontrado no quarto do hotel de um dos supostos terroristas uma cópia do Corão, o livro sagrado do Islamismo, como se este fosse a prova de um crime. Oras, deveriam então ter procurado no gaveteiro ao lado da cama, onde com certeza também havia uma Bíblia.

O primeiro romance do autor Hosseini tem um quê auto-biográfico, já que, como Amir, o personagem principal, ele nasceu e foi criado em Cabul e mudou-se com a família para os EUA durante a invasão russa. Hosseini descreve de modo primoroso os costumes, sabores e cheiros da cultura afegã, e mostra como pessoas com uma mesma crença podem seguir caminhos tão diferentes.

A única coisa que me incomodou no livro foi um excessivo cheiro hollywoodiano. Apesar de ter acertado a mão na hora de criar personagens afegãos críveis, pelos quais você torce, chora e se emociona, a presença de alguns elementos típicos do cinema americano como um vilão maquiavélico e reviravoltas previsíveis na trama chega a incomodar, ou ao menos questionar quando a obra vai virar filme. Estrategicamente, a orelha do livro já avisa que o diretor está escolhido: Sam Mendes, de Beleza Americana.

Não achei tipo "ooooh! que livrão!", mas acho que vale a pena dar uma olhada.



Escrito por Fábio Yabu às 12h20
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Constantes

A vida adulta vem com um monte de novidades, algumas boas outras ruins, transformações que levam anos para ser percebidas e finalmente admiradas. Pais deixam de ser disciplinadores para se transformarem nos melhores amigos que você vai ter durante toda a vida, irmãos deixam de ser pentelhos e se tornam espelhos do que você foi e será, tão essenciais quanto o oxigênio que você respira. A vida adulta não é necessariamente chata e enclausurante, a menos que você dê o azar de estar no lugar errado e na hora errada. A grande vantagem é que, nesses casos, você ainda tem a vida inteira para mudar de idéia.

Outra coisa que muda bastante com o tempo são os amigos. Que eles vêm e vão, já se sabe desde de que você passa do maternal para o jardim da infância. Mas um dos grandes baratos da vida são os que ficam. Eles acabam virando constantes na sua vida, às vezes referenciais, bons ou ruins, pessoas nas quais você se espelha, inspira ou inveja.

Então eu me lembro da temperatura daquele dia. 21 graus. Toda a expectativa quanto àquele mês de maio, como um abraço apertado deu início a tudo, que alguns poderiam chamar de amor, mas nós aprendemos que não era tão simples e nem tão complicado.

Era uma constante.

Eu me lembro da torcida, e de como aprendi que estar junto ou querer não é importante. O importante é torcer, vibrar, orar, sonhar.

Eu torci e vibrei. Pelas provas do colegial que pareciam tão difíceis e importantes, pelo vestibular que se mostrou menos relevante ainda; pela tal da faculdade que acabamos largando sem o menor remorso.

Torci durante os anos em que não trocamos uma só palavra. Boca fechada, dedos cruzados, coração apertado. Enquanto não tinha notícias, eu as inventava. Criava amigos, festas, horários apropriados para as reprises dos seriados que assistíamos juntos.

Acertei boa parte.

E essa é a coisa boa a respeito das constantes. Elas vão mas sempre voltam. Então chegou a hora de parar de torcer para então agir, fazer e falar.

Acho que falei demais mas não fiz o bastante.

E novamente aprendi.

Que amizades não se constróem com palavras e nem com ações, e sim com esses pequenos espaços vazios entre as pessoas que se gostam e querem bem.

Ambos fomos até o inferno e voltamos. Vez por outra nos dávamos as mãos, largávamos e caíamos de novo para aprender que alguns caminhos devem ser trilhados sozinhos.

Enquanto outros, não custa nada ter alguém do lado, mesmo que você esteja inconsciente ou que a morte tenha passado tão perto. Que para viver precisamos de tão pouco, para morrer menos ainda, e para ser feliz, algo entre esses dois.

E com isso aprendi que ninguém é obrigado a entender o coração alheio, ou explicar o próprio a quem quer que seja. Que as coisas acontecem porque acontecem, e isso não é problema de ninguém, só meu e seu.

Que temos de ser gratos ao extraordinário que nos colocou em cada momento certo no lugar certo, e não dar tanta bola para as coincidências infelizes que tentaram fazer o contrário.

E ter paciência. Esperar novamente pela próxima vez em que nossas órbitas estarão alinhadas e novas lições serão aprendidas. Quem sabe o que vem pela frente? Filhos, dor, amores, partidas, doenças, zazen, desejos, oração, solidão, constantes.

Eu não tenho pressa.

E até aqui, tudo bem.



Escrito por Fábio Yabu às 03h16
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Séries bacanas e uma piadinha infame

Só pra constar, duas séries que estou gostando de assistir: Ghost Wisperer, digo, Whisperer, com Jennifer Love Hewitt (quer motivo melhor para assistir a qualquer coisa? Até velório tá valendo! ) e Commander in Chief, com Geena Davis interpretando a mulher mais poderosa do mundo. Não, não é a Fênix Negra, é a Presidente dos Estados Unidos mesmo! Bem legais, viu!

Séries em exibição que continuo curtindo: Gilmore Girls (tá tão legal!), C.S.I. (C.S.I C.S.I. mesmo, se bem que eu gosto do Miami), Everybody Loves Raymond (sempre ótima) e Grey's Anatomy, que estou catching up por ter perdido alguns episódios. Ah, e achei muito legal a Sony finalmente ter se tocado e colocado Whose Line is it Anyway antes do Saturday Night Live, porque The Jamie Kennedy Experiment ninguém merece MESMO. Ô programinha mais imbecil.

Medium é bacaninha, mas a falta de carisma de Patricia Arquette deixa a série abaixo da MÉDIUM.

ENTENDEU A PIADA?? HÃ HÃ??? QUER QUE EU DESENHE?



Escrito por Fábio Yabu às 00h36
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Smells Like My Way

Paul Anka cantando Smells Like Teen Spirit, do Nirvana, é uma dessas coisas que você jamais espera ouvir na vida e por isso mesmo nem imagina o quanto pode ser bom!

Ouça aqui. O álbum Rock Swings ainda tem versões de Wonderwall (Oasis), Black Hole Sun (Soundgarden), Jump (!!!) (Van Halen), Tears in Heaven (Eric Clapton), It's a sin (Pet Shop Boys) e It's my life (Bon Jovi).

Maravilhoso é pouco!



Escrito por Fábio Yabu às 13h47
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Perguntas que Perguntam: Dicas de roteiro

Se tem uma coisa que me irrita são esses cursos de roteiro, construção de personagem e o escambau. Não passam de caça-níqueis baratos repetitivos e óbvios que só ensinam como não fazer as coisas.

Eles vivem "pontuando" as histórias, transformando-as em retas, linhas do tempo, diagramas, e os personagens em planilhas. Digo por experiência própria: não se importe com perguntas como "qual é a necessidade dramática do personagem", "qual é o ponto de virada", essas porcarias que não servem para nada, pois se tratam de perguntas que só levam às mesmas respostas.

Quando crio um personagem, gosto de ir mais longe nas perguntas, para as quais talvez nem exista uma resposta clara. Coisas do tipo: quem ele foi na última encarnação e o que ele não conseguiu realizar nela? Como ele se conecta ao extraordinário? São perguntas que ajudam a entender, literalmente, a "alma" do personagem. Esqueça treijeitos físicos, tiques, manias a lá Stephen King, ou mesmo filmes, livros, gosto musical. Essas coisas surgem naturalmente quando você compreende quem é o seu personagem.

Sempre procure criar novas perguntas para descobrir novas respostas. Experimente, é muito divertido e reverbera várias emoções e lembranças que não apenas definem o personagem, mas quem o está escrevendo. Fuja do óbvio. Não importa com quem ou quando foi o seu primeiro beijo, mas o que ele pensou naquele segundo que o antecedeu. Esses pequenos espaços, fragmentos de informação, são muito mais ricos e complexos do que qualquer fichinha que vão mandar você preencher nesses cursos inúteis.

Não construa fichinhas. Esqueça tudo isso. Sinta o personagem, ele tem cheiro, vida. Definir é limitar. Eu odiaria saber que Deus tem uma fichinha com meus gostos e desgostos em seu orkut. É a mesma coisa aqui.



Escrito por Fábio Yabu às 21h51
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