YabloG


Então... tá, né?

Taí. Não vou fazer promessas e nem planos para 2006. Pra mim o ano novo já começou há quase um mês, quando comecei a fazer um monte de coisas que, relegadas ao "ano que vem" poderiam ser esquecidas ou então perder força. Com os trabalhos do meu segundo livro já concluídos, comecei uma extensa pesquisa para o terceiro, cuja história já tenho todinha na cabeça.

A única resolução de Ano Novo que tenho é que não espero que 2006 seja feliz, cheio de prosperidade, plenitude ou qualquer coisa que você ache escrita num Cartão de Natal. Quero apenas que meu 2006 seja. Com todos os sorrisos e lágrimas que estão por vir, com as histórias para contar e os rostos para conhecer ou esquecer.

Uma das coisas mais importantes que aprendi na vida foi que o tempo é só isso: tempo. Numerozinhos num relógio digital, um ponteiro girando sem parar, folhas caindo das árvores e dos calendários, células nascendo e morrendo cada vez mais rápido. Ao invés de correr contra o tempo, resolvi fazer com que ele corresse ao meu favor, e é por isso mesmo que não quero que a minha felicidade ou a sua sejam determinados por quatro dígitos no calendário.

Então, nos vemos em breve. Não no Ano Novo. Talvez antes, talvez depois.

Na hora certa.



Escrito por Fábio Yabu às 22h21
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Minha listinha inútil de melhores e piores do ano

(Os resultados podem ser retroativos, já que algumas coisas já haviam sido lançadas há algum tempo)

Melhor filme: Antes do pôr-do-sol, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Oldboy.
Melhor filme nacional: 2 filhos de Francisco
Melhor comédia: Kung-Fusão
Melhor livro: A vida de Pi, Yann Martel
Melhor série de TV: Lost (que dúvida?)
Melhor programa sobre crianças: Supernanny, no GNT
Melhor desenho animado: Liga da Justiça Sem Limites
Melhor banda: Coldplay (X and Y) e Gorillaz (Demon Days)
Melhor personagem masculino: Jonh Locke (Lost)
Melhor personagem feminina: Qualquer uma das 137 personagens que Jessica Alba fez esse ano
Melhor vilão: Conde Olaf, Desventuras em Série
Melhor momento da TV: CSI de Quentin Tarantino. Um espetáculo!
Melhor trailer: X-Men 3, lógico
Melhor descoberta pessoal do ano: Emulador de Dreamcast que roda Street Fighter lll 3rd Impact
Minha maior realização em 2005: ter escrito e ilustrado meu segundo livro.
Melhor apelido que recebi: Tio Fubá. Estou até pensando em mudar meu RG.
Melhor balada do ano: o casamento do Forlani e da Mari. Acho que estou bêbado até agora, e olha que foi em maio.
Melhor invenção do ano: Google Earth e Google Talk
Melhor canal de compras: Shoptour. Cara, Shoptour é demais.
Programa de TV mais bizarro: Fazendo contato com John Edwards (People and Arts)
Febre que perdeu a graça: Orkut
Pior filme: Aquele do Kelso... como era mesmo o nome? Nem lembro.
Pior notícia: Terrorismo na Europa, furacão nos EUA e aquela velha palhaçada no Brasil
Pior trocadilho: UOLKut
Pior musiquinha: "One for me... two for you...", do EcoSport Flex
Pior capa de revista: Veja, sobre a bissexualidade da cantora Ana Carolina.
Plano que realizei: Dedicar mais tempo para o voluntariado
Plano que não realizei: Felizmente não tem nada desse gênero em 2005



Escrito por Fábio Yabu às 22h21
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Harry Potter e Nárnia

Bom, já que fiquei devendo comentários sobre dois dos maiores blockbusters da temporada, resolvi falar de ambos e fazer algumas comparações.

Pra começar, eu esperava mais de ambos. Primeiro, Harry Potter.

Veja bem, todo mundo sabe que eu não sou nenhum adorador fervoroso da série. Acho tudo comercial demais, grandioso demais, ambicioso demais. Não acredito em clássicos que nascem da noite para o dia, que viram febre e depois tendem a entrar em declínio para serem substituídos como massa de tomate numa prateleira de supermercado.

Porém confesso que gostei bastante do terceiro filme, porque mesmo não tendo lido o livro, consegui acompanhar a história, me envolver e sentir como se estivesse sim, assistindo a um FILME e não um livro filmado, como é o caso do primeiro.

Infelizmente esse deslize é cometido no quarto filme. Não, não li o livro, nem tenho vontade de ler. Por isso acho que o filme tinha a obrigação de me agradar. Mas é longo demais, dá voltas demais, enrola demais. Entendo que seja uma história adaptada de um livro longo, mas adaptar é isso mesmo, cortar, aparar, decepar. Eu tiraria facilmente uns 40 minutos do filme.

Achei também que os atores estavam melhor dirigidos no terceiro filme. Basta comparar as cenas da Hermione, que vez por outra solta uns grunhidos totalmente desnecessários que deixam a personagem ainda mais chata.

Mas o filme tem sim seus méritos, vai. Eu não compraria o DVD, mas acho que a ida ao cinema valeu a pena pelos efeitos e pela boa história que acabou se perdendo na direção e roteiro confusos. É também curioso notar a verdadeira ode à puberdade que o filme se transformou. Aquele Krum está mais para The O.C. do que Harry Potter, mas enfim.

Bom, já As Crônicas de Nárnia tem exatamente o mesmo problema de Harry Potter. Não é porque é "Disney" como adoram dizer pejorativamente. É porque é como se fosse um livro filmado. Passagens longas demais, personagens literais demais, e ainda com uma enorme desvantagem chamada Senhor dos Anéis, que transformou qualquer cena de batalha que veio depois em lugar comum. Mesmo tratando-se de uma história completamente diferente, o "cheiro" do filme já é meio velho, datado. Apesar dos efeitos soberbos, a direção de arte e fotografia deixam muito a desejar, deixando o filme sem personalidade, comum, normal. Achei bem fraquinho.

Um filme que acho que fez um trabalho soberbo na adaptação de um livro foi "Desventuras em Série". Esse sim deveria ser o referencial e divisor de águas para as adaptações infantis. O filme corta o que tem que cortar, afinal são três livros em duas horas, é contado de uma maneira sucinta e sem exageros e ainda tem uma direção de arte que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Sem dúvida dá um banho em Harry Potter e Nárnia juntos.



Escrito por Fábio Yabu às 22h18
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Livro

Mais algumas do livro novo, já que devo ficar uns dias sem postar:

 



Escrito por Fábio Yabu às 22h17
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Genial, genial

Nas palavras de uma amiga do meu irmão: "El site es un desastre, pero las fotos son imperdibles, un par de fotografos franceses me alegraron el dia con esto:"

http://mapage.noos.fr/minimiam/go.htm

P.S.: Eu tive que correr para a padaria depois de ver o site... -_-



Escrito por Fábio Yabu às 22h09
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Veja

Alguém por favor me explica a capa da VEJA dessa semana? Meu, tá faltando tanto assunto assim? Não tinha nada mais relevante pra falar? Tá louco!




Escrito por Fábio Yabu às 11h48
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Livro

Duas imagens do segundo livro, que sai no começo de 2006. Estamos terminando os últimos detalhes, o livro está na penútima revisão (depois de diagramado, ele é revisado duas vezes) e logo logo estará nas livrarias de todo o país.

Deu trabalho, viu? O livro ficou com exatas 100 páginas. O título finalmente saiu: "Princesas do Mar - Uma sombra na água." Falarei mais dele quando puder divulgar a capa.



Escrito por Fábio Yabu às 13h30
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Feijão

Engraçado. Todo mundo fala o quanto a TV é prejudicial para as crianças, o quanto os desenhos são violentos e nocivos. Tentando compreender um pouco mais a discussão, lembrei-me da imagem mais marcante que vi num desenho animado em toda a minha vida.

Não foi o Shiryu perfurando os próprios olhos, o Líder Optimus morrendo em batalha contra o Megatron ou o Pica-Pau dando um tiro à queima roupa em tantos desafetos.

Foi um desenho do Tom e Jerry. Não me lembro direito a história, só lembro que nesse capítulo eles eram pobres, famintos. Ao vasculhar os armários vazios da casa onde moravam, eles acharam uma lata de feijão. Suas bocas salivaram sorridentes quando então viram que havia apenas um grão dentro dela.

Eles pegaram uma régua para dividir aquele grão ao meio em partes milimetricamente iguais, quando sei lá o que aconteceu e o feijão foi roubado, acho que por outro ratinho. Após uma perseguição frenética, acho que eles repartiram o feijão em três partes, não me lembro direito como a história termina.

Mas eu lembro como aquela imagem ficou gravada tão forte em minha mente. "Como assim, só tinha um feijão na lata?" (pra começar, eu nunca tinha visto feijão em lata) "Por que eles estavam passando fome?". Na minha cabeçinha de criança, tudo bem o Jerry arrancar um braço do Tom e espancá-lo usando o membro amputado. Mas os dois passarem fome, juntos? Isso sim era crueldade.

Acho que foi a primeira imagem forte, apesar de irreal, do que é a fome, a desigualdade. É por isso que os livros infantis não precisam, e nem devem, se prender demais à realidade, seja em forma ou conteúdo. As crianças entendem parábolas e fábulas em níveis que os adultos nem sequer imaginam. Elas se prendem às coisas que realmente importam e assustam e, até certo ponto, sabem distinguir uma fantasia absurda da realidade cruel.

Pode parecer idiota, mas sempre que vejo um grãozinho de feijão no prato sinto um aperto no coração. =P



Escrito por Fábio Yabu às 21h11
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Mea culpa

Essa é uma daquelas idéias que depois de um tempo você agradece por não terem ido para a frente (não foi minha, veja bem! Foi da fábrica de brinquedos!). Esse anúncio nunca foi publicado... e nem finalizado, na verdade. Vamos dizer que ele... sofreu um acidente quando esquiava. =P

Atendendo a pedidos, aqui está a imagem em alta resolução.

 



Escrito por Fábio Yabu às 10h06
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No fundo, todos somos homens e mulheres de fé. Toda a nossa sociedade, ciência, até mesmo os sólidos alicerces científicos que sustentam a nossa realidade são em última instância, subprodutos da fé de alguém em alguma coisa, cuja resposta não vai muito longe de um "porque sim", cheio de significado justamente por ser tão vazio.

Há mais de 2000 anos Buda ensinou ao mundo que o segredo da vida e a composição do universo é simplesmente, o nada. Um nada tão vazio que não dá margem para interpretações ou metáforas. É simplesmente, o nada, em seu mais puro significado, e o mesmo nada que os cientistas dizem ter descoberto no interior dos átomos. Átomos que aliás, ninguém nunca viu, mas cujas evidências nos levaram a crer que o sol é feito de hidrogênio nós de carbono.

Acho essa política inteligente. A de procurar evidências que sustentem uma teoria ou uma fé, que seja. Evidências históricas, registros reais, tubos de ensaio, cálculos. Eu por exemplo gostava muito do budismo histórico. Da bela história do príncipe que não conhecia a dor e resolveu se entregar totalmente à busca do significado da vida. As lições de Buda (assim como seu quase contemporâneo Cristo) atravessaram dois milênios e moldaram as sociedades e as vidas de bilhões de que vieram depois deles.

Mas como eu disse, o que me atraía era a parte histórica da coisa. Factual, preto no branco, historica ou cientificamente comprovada, ou algo próximo disso. Bom, exatamente por isso eu não me sentia muito atraído pelo budismo tibetano, repleto de misticismo e religiosidade que não constam na obra do autor original. Entretanto, conhecendo um pouco melhor as particularidades da religião, pude ver que ela foi construída e moldada na mesma política de evidências que sustentam nosso mundo.

A escolha do Dalai-Lama é um exemplo. O líder político e espiritual do Tibet não é escolhido, e sim "procurado" imediatamente após a morte de seu antecessor, sua encarnação prévia. Tal busca segue métodos e coleta de informações que dão sustentação suficiente para que crianças de 4 anos recebam a responsabilidade de conduzir uma nação. Não se trata de uma decisão "mística", arbitária ou empírica. Uma verdadeira comissão de pessoas em cargos políticos e religiosos realiza testes e entrevistas baseados em "dicas" dadas pelo Dalai-Lama anterior sobre o local de sua próxima encarnação. Os jovens "candidatos" precisam responder a questões pontuais sobre lugares, localização de tesouros, nomes e pessoas que só o Dalai-Lama anterior conhecia. Ainda assim, pode levar anos até que a identidade de sua nova encarnação seja anunciada.

É baseado nessa perspectiva, de fé e ciência se sustentando que baseio a minha própria. Dada a falta de consenso que se perpetua até hoje, tanto pelos abusos e distorções de Igrejas como a Católica, outrora base da minha fé, quanto pelo ceticismo cego de cientistas empedernidos, gosto de procurar no meio de tantas discussões as minhas próprias respostas.



Escrito por Fábio Yabu às 10h15
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xxx

Genial o trailer de X-Men 3, aqui. Tem o Colossus, Kitty Pride, Fanático, Fênix, Anjo, Fera... putz, só não chora quem não quiser!

Escrito por Fábio Yabu às 22h52
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Juliana

Esses dias eu estava na Saraiva Megastore do Shopping Morumbi quando me vi numa dessas situações das quais até tentamos tirar uma lição, mas no fundo, a própria experiência, no momento em que ocorreu e somente nele, nos leva a patamares mais confortáveis de consciência. Como se, naquele momento, tivéssemos um pequeno lapso e pudéssemos ver uma pequena explosão acontecendo bem diante dos nossos olhos, para então sumir e nos deixar sem palavras, apenas com um sorriso. Desse sorriso tiramos conclusões, precipitadas, inúteis, que em nada se comparam à beleza daquele momento especial.

Eu olhava os livros infantis quando de repente ouço a voz de uma menina chamando pela atendente, bem ao meu lado. Não sei se ela ouviu ou não, prefiro acreditar que não, pois ela simplesmente saiu andando, e a garota ficou sem atendimento. Como eu estava ali do lado, falei "Olha, eu não trabalho aqui, mas se você quiser eu posso te ajudar!".

Então ela perguntou: "Sobre o que é esse livro?". Folheei, falei por alto o que era, e ela seguiu "e esse?", "pra que serve esse?", "e esse"?, até que vimos uns seis ou sete livros antes de sua vó vir buscá-la. As perguntas não cessaram, e lá pelo nono livro, ela pegou na minha mão e não quis largar mais, por mais que sua avó estivesse com pressa, prometendo voltar ali no Natal para comprar os livros que ela quisesse.

Após muita insistência, "deixa o moço, ele está com pressa!", "tô não, senhora!", respondi, "vamos embora, Juliana!", ela finalmente largou. Me deu um gostoso abraço, um beijo no rosto e disse "tchau".

Juliana não queria voltar ali para o Natal, apenas alguém que visse os livros com ela. Talvez a atendente não a tivesse ouvido, talvez a tivesse ignorado mesmo ou fechado os olhos para o fato daquela menina de 13 anos ser deficiente mental. Qualquer que tenha sido o seu motivo, ela me deu um a mais para sorrir naquele dia.



Escrito por Fábio Yabu às 11h50
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Poder e dever

Enquanto os substantivos poder e dever possuem significados completamente diferentes, quando utilizados como verbos são bastante semelhantes. Deixando um pouco a etimologia de lado, consegui ver com mais clareza a tênue linha que separa os dois nesse final de semana.

A entidade que sirvo realiza todos os anos um evento beneficente para arrecadar fundos para sua manutenção. Graças a um trabalho sério realizado ao longo de mais de 40 anos e à boa vontade de milhares de pessoas, esse evento é sempre um sucesso, e teve em sua última edição a presença de mais de 3000 pessoas, cujas contribuições em dinheiro ajudarão a manter alimentadas dezenas de crianças carentes pelos meses que virão.

Toda a realização desse grande evento depende da solidariedade e do trabalho de dezenas de voluntários, abençoados sejam. Mas é claro que nem tudo são flores, a natureza humana é cheia de nuances entre alguns aspectos admiráveis, e outros nem tanto. Observar e notar o contraste entre esses eles, mesmo em agrupamentos aparentemente homogêneos, me causa uma certa estranheza.

Pois bem. Estavam lá reunidos, em prol de uma causa nobre, mais de 50 voluntários, cheios de sorrisos e boa vontade que, veja bem, não questiono em momento algum. Porém, o que me causava certo incômodo era notar que, mesmo em trabalhos realizados de forma voluntária, as pessoas têm uma tendência enorme a seguir pelos caminhos mais fáceis e cômodos, como na hora em que apenas seis pessoas trabalhavam na árdua montagem das mais de 400 mesas, deitadas ou sentadas no chão empoeirado, enquanto cerca de vinte se preocupava em circular pelos corredores colocando bexigas em cima delas conforme suas montagens terminavam. Havia também uma pessoa extremamente preocupada com a cor das bexigas que, tão logo percebia não combinarem com a cor da toalha, prontamente punha a mão na massa e a trocava pela da mesa ao lado.

Nessa hora me perguntei qual era a diferença entre poder e dever, e percebi como as pessoas se acomodam quando se propõem a fazer o que "podem". Ao final do evento, a cena se repetiu, quando uma minoria suava a camisa carregando e empilhando as exatas 4000 cadeiras, e um número muito maior se preocupava em recolher e estourar bexigas. Quando as bexigas acabaram, sobrou para seis gatos pingados que seguiram madrugada adentro recolhendo borracha colorida do chão enquanto os "estouradores" trataram de ir embora rapidamente tão logo seu "trabalho" terminou.

Não é preciso ir longe para buscar outros exemplos. Tão pouco precisamos nos esforçar muito para lembrar de tantos sábios, escritores, filósofos, budas e jesuses que insistentemente nos falaram sobre como é importante aproveitar ao máximo o potencial que nos é emprestado em sua plenitude. Sobre a clara diferença entre o poder e o dever. Se estiver difícil, tem ainda a máxima de nossas mães: "se é pra fazer alguma coisa, faça direito".



Escrito por Fábio Yabu às 02h41
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